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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Segredos do treinamento da Westside Barbell: Segredos do Supino

o 3 º vídeo da série dos segredos da Westside . Louie discute a forma correta no supino, bem como exercícios especiais para melhorar áreas fracas. Também mostra o treino com correntes, bandas , boards, bloqueio e um treino completo em um dia de Dynamic effort, o dia do treino de velocidade da westside barbell.

Via torrent:
Tamanho: 681.30 MB.
Duração: 1 hora
Formato:AVI

Seguem outros links:

Nota de edição:
A part1 abaixo está com um pequeno problema de localização, todas as outras funcionam normalmente, tentarei resolver o problema assim que possível, enquanto isso dêem preferência ao download via torrent acima, muito obrigado.

Boa diversão!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Training Secrets of Westside Barbell - Deadlift Secrets / Segredos do treinamento da Westside Barbell : Segredos do Levantamento Terra


2o DVD da trilogia sobre os segredos dos três movimentos da Westside barbell, uma das maiores escolas de força/powerlifting do mundo, notadamente no agachamento e no levantamento terra.

No vídeo pode-se ver um treino completo de levantamento terra estilo westside, mostrando a maneira de executar o movimento, os muitos exercícios auxiliares, o método conjugado, o estilo convencional e o sumô e com o próprio Louie Simons discutindo as técnicas do levantamento terra, muito bom.

http://rapidshare.com/files/148913457/Dead_lift.part1.rar
http://rapidshare.com/files/148913621/Dead_lift.part2.rar
http://rapidshare.com/files/148912952/Dead_lift.part3.rar
http://rapidshare.com/files/148913136/Dead_lift.part4.rar
http://rapidshare.com/files/148913270/Dead_lift.part5.rar
http://rapidshare.com/files/148913319/Dead_lift.part6.rar

Password/senha: tugagym.info
Tamanho:517Mb
Duração:53:52
Formato:AVI

Fonte:

http://www.tugagym.info/

sábado, 21 de março de 2009

Técnicas de Queda de Braço com John Brzenk

Série de vídeos técnicos com Jonh Brzenk, considerado por muitos o maior bracista de todos os tempos e com certeza um dos mais técnicos.

"the sweep"


"top roll" 1 (aberto)


"top roll" 2 (fechado)


"the dead wrist or open wrist" / punho aberto ou "supinado"


"shoulder roll"


hook and drag


Brzenk é especialista nos estilos Hook e Toproll, embora possa variar facilmente de acordo com o estilo do adversário.

Aqui um jogo contra Denis Cyplenkov:

segunda-feira, 9 de março de 2009

INTERMITÊNCIA NA PEGADA: UMA VARIÁVEL A SER CONSIDERADA, E EVITADA.

É redundante falar dos ótimos vídeos dessa equipe do site DieselCrew, papas do treino de pegada. Selecionei esse vídeo para exemplificar uma teoria que tenho, na verdade teoria coisíssima nenhuma, é manifestadamente prático, mas que gerou uma representação cognitiva.

Primeiramente assistam ao vídeo, depois discorrerei melhor:



Não é novidade a minha paixão pelos exercícios básicos, livres e funcionais. A pegada é um dos sustentáculos dessa filosofia, principalmente quando se transfere esses conceitos a um treino de força e aos esportes de força em particular, pois passa a se trabalhar com cargas mais elevadas a serem carregadas ou sustentadas. Por isso repito : não levantarás um peso que não consegues segurar.

Nesse vídeo eles mesclaram a força de fechamento com a de sustentação, impedindo assim a intermitência da pegada. Mas qual a vantagem e diferenciação nisso? Parece igual a qualquer outro , mas não é. Eu não sei da intenção exata deles ao fazerem o vídeo , mas ao assistí-lo pude fazer minhas análises baseado em experiências próprias.

Eu falei de representação cognitiva um pouco acima: imaginem uma represa , uma mínima fissura pode levar a sua ruptura, assim também ocorre com a pegada. Eu vou exemplificar com um dos movimentos que mais aprecio: o Farmer Walk, mas transfiram para o seu movimento favorito( terra , arremesso , barra etc..) . No Farmer Walk a pegada é fundamental e não raro acontece o fenômeno da represa do qual falei, um mínimo fraquejo na pegada leva a sua abertura total, pois os dedos, salvos raras exceções , não conseguirão sustentar a carga utilizada, notadamente pelo fato de se estar em movimento constante(ver um vídeo do movimento ao final do artigo). A pegada nesse tipo de treino pode ser incrementada com a simbiose entre fechamento e sustentação, não podendo de maneira alguma existir a intermitência na pegada, pois dessa maneira a represa se rompe.

Voltando ao vídeo: O praticante utiliza como material, conforme especificado nas legendas, um hand grip, ou gripper(ou apenas "Grip"), um strap e uma anilha. O segredo está em colocar o strap, já devidamente amarrado à anilha, entre as hastes do grip, e sustentar o peso através do fechamento total do aparelho. A menor intermitência(interrupção) no fechamento fará o peso cair, entenderam? Esse "princípio laboratorial" é o mesmo princípio dos "treinos de campo".

Outra vantagem, essa mencionada pela equipe Diesel: Ao se acrescentar peso ao strap, deverá aumentar a força do fechamento( óbvio), mas se conseguirá isso sem aumentar o nível do gripper, a progressão nesse tipo de treino é bem longeva, e ajudará o praticante quando precisar aumentar a carga em um determinado movimento mas não conseguir devido a falta de grip.

Podemos ver como um vídeo- treino aparentemente simples(e é simples) pode ter importância como fundamento em um sistema de treino mais amplo, mas isso se deve a um fato: os movimentos naturais e básicos como o levantamento terra, barra, farmer walk( o que é mais funcional que carregar algum objeto), arranque , arremesso são absurdamente simples e naturais ao ser humano, ou pelo menos deveriam ser. É uma contradição eu ter de explicá-los aqui, mas espero que um dia isso não seja mais necessário , esse é um os objetivos deste que escreve.


Como prometi: Farmer Walk ou Farmer`s Walk.






Carlos Mota

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Agachamento: Treino do bloqueio


Como já disse em artigos anteriores o bloqueio consiste na fase final do movimento, em linguagem popular é o “travamento no final”, sem o qual o movimento não é valido. O bloqueio no agachamento se dá quando as pernas estão estendidas e estáveis.

O treino de bloqueio é feito com cargas supra máximas e além do aspecto técnico segmentar,ou seja, treinamento específico desta fase do movimento, ele capacita o praticante a se adaptar a cargas que seriam impossíveis nos demais segmentos do movimento em questão, isso se ramifica em duas conseqüências importantes: Uma é mais óbvia, o atleta se torna fisicamente apto a sustentar mais peso pelo estímulo mecânico. O outro é que o atleta quebra a barreira mental referente a cargas mais pesadas, é o efeito psicológico.
Seguem demonstrações de treino do bloqueio no agachamento, algumas variações diferentes, umas mais voltadas à sustentação propriamente dita, com mínima flexão do joelho, outras com movimento parcial do joelho e com repetições.

Sustentação pura, movimento único:


Pequena flexão,movimento único:


Mesmo que anterior, só que com suporte, cuidado para não sair do alcance dos ganchos do suporte,lembrem-se que a carga é supra:


Maior flexão, repetições múltiplas:


Utilizando a Smitt Machine, multiplas repetições e amplitude que eu considero exagerada, consistindo mais um treino de amplitude parcial de movimento do que um treino específico de lockout:


Muitos atletas utilizam esse tipo de característica do treino como base de lançamento para novas cargas a serem executadas em toda amplitude, e não restrito ao trecho segmentado. Isso se dá através do progressivo rebaixamento das travas de segurança da Power Cage (gaiola de força), e conseqüente aumento seguro da amplitude na medida em que o atleta se adapta a carga anterior, até que se atinja a amplitude desejada com a carga inicial , carga com a qual o atleta não lograva êxito na amplitude maior, esse treino eu chamo de progressão de amplitude em carga supra máxima. Claro que essa progressão é lenta e não se costuma usar a carga utilizada no treino de bloqueio puro propriamente dito.

Carlos Mota

domingo, 25 de janeiro de 2009

Técnicas de Supino: Incrementando o Bloqueio


Apresento um vídeo desenvolvido pela ótima equipe do DieselCrew, nele é mostrado uma forma de melhorar o "lockout" ou bloqueio no supino(ver penúltimo artigo ).

A técnica apresentada no vídeo consiste em realizar o supino com halteres com um elástico desempenhando uma função: A de realizar uma força de junção dos braços, de maneira que o atleta deverá se opor a essa força, separando os braços e recrutando a musculatura antagonista do movimento, dorsais, rombóide, posterior de ombro, que são grupos musculares que tem um papel preponderante no bloqueio, tanto no desempenho quanto na proteção de lesões, pois a contração dessa musculatura ajuda a proteger toda região subjacente e mantém a adução escapular, importantíssima nessa fase do movimento, mas não só, pois a adução deve ser mantida durante toda a amplitude.

Segundo o próprio vídeo indica, as bandas garantirão o envolvimento dos dorsais na fase excêntrica e concêntrica do movimento, além de ajudar a “espalhar” a barra, incrementando assim a fase de bloqueio.

Para que vocês visualizem melhor,a adução corresponde à retração dos ombros durante o movimento, como que tentando juntar as escápulas, mais rudemente eu posso dizer que é “travar ombro para trás e para dentro” ou “encaixar o ombro”. Na fase final do movimento essa retração se torna mecanicamente mais difícil e é importante ter essa musculatura forte e bem treinada.

Muitos atletas no afã de conseguir resultados e seguindo sem restrições o princípio da especificidade, terminam por somente dar prioridade aos músculos agonistas(notadamente peitoral,deltóide anterior e tríceps) e acabam por criar um desequilíbrio com o seu antagonista. Quando a cadeia antagônica está fraca, contrai prematuramente para frear o agonista, é uma medida involuntária de proteção do corpo, que termina por resultar na redução de desempenho do atleta pela retração também involuntária do movimento, prejudicando o desempenho, o que o atleta não quer. Antagonistas mais fortes são menos propensos a este mecanismo de auto proteção.

Vamos ao vídeo:



Observação importante: Manter sempre a banda esticada e sob tensão, sob pena do não aproveitamento dos princípios supracitados.


ps.Fiz uma experiência com esse exercício e percebi que pode ocorrer um plus para os atletas também na questão neural. Realmente causa grande confusão neural(e isso é bom) o fato de você ter que realizar o movimento de empurrar e ao mesmo tempo forçar o afastamento dos braços, quando o natural seria a convergência dos mesmos, claro que isso se baseia em mecanismos empíricos meus e princípios práticos e dedutivos, mas de qualquer maneira é muito interessante.

Carlos Mota

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Técnicas de Supino Competitivo com Kleber Caramello


Vídeo, ou melhor, vídeo-Aula com o professor Kleber Caramello, de Brasília, que é um grande incentivador do Powerlfting brasileiro, especialista em supino e um dos maiores conhecedores da escola Metal Militia no país, orientando e ajudando muitos atletas a superarem suas marcas dividindo o seu conhecimento. Ainda é dono do site http://supino.com.br/supino.html e da marca HADES, camisas de força para supino.
Nesse vídeo Caramello, que figura no Top 10 do supino brasileiro( 272,5Kg ) , demonstra a utilização de Boards no treino de supino, e finaliza com técnicas na Power hack, Power cage ou gaiola, como queiram.



Em outros artigos discorrerei melhor sobre essas técnicas, mas basicamente o uso de boards serve para que o atleta , ao utilizar cargas supra-máximas, quebre a barreira mental que o restringe à carga de costume, atribuindo uma maior confiança ao atleta ao lidar com essas cargas, treinando também as variáveis de sustentação e encaixe do peso. Além , é claro do ganho de força naquela micro-amplitude de movimento

O treino na Power Cage tem a função de treinar o lock-out, ou bloqueio , que é o final do movimento em que os braços estão estendidos, bem como também a sustentação da carga.
As barras de segurança da gaiola dão confiança ao atleta ao trabalhar com cargas elevadas, além de escolher a amplitude que quer impor ao movimento.

Vocês também podem observar o professor e atleta Caramello utilizando a técnica da “Ponte”, mas porquê utilizá-la?
No Supino competitivo os atletas fazem de tudo para que a barra percorra a menor distância possível, por isso se utiliza a ponte, que é o arqueamento das costas, em que o atleta fica apenas com a parte superior das costas( trapézio) e os glúteos(apoiados ou só encostados, a depender das regras) em contato com o banco, com isso a barra percorre uma menor distância até bater no corpo do atleta e oferece uma alavanca mais favorável.

Outra técnica utilizada pelo Caramello no vídeo é o “ Arco ” (arco da barra, não do atleta, não confundir com a ponte), em que o atleta não desce a barra diretamente ao peito, de forma perpendicular ao plano horizontal, mas na verdade a barra faz literalmente um arco e vai tocar abaixo do osso externo, o objetivo é, novamente, diminuir a distância percorrida pela barra e também envolver mais o tríceps no movimento com os cotovelos voltados um pouco mais para dentro, pois no Powerlifting o objetivo do Supino não é isolar o peitoral ou qualquer outro músculo, o objetivo é procurar alavancas mais favoráveis que possibilitem aumentar as cargas.

No vídeo a seguir podemos ver o atleta Gilberto Silva, que tem a maior marca do supino nacional com 320 Kg , utilizar algumas dessas técnicas na obtenção dessa marca e utilizando a camida de força Hades:



O Gilberto merecerá um artigo a parte no blog, pois é certo que ainda esse ano atingirá a marca de 330 Kg .

Carlos Mota